O mundo passa diante dos meus olhos numa tela de vidro e plasma. Lá fora, o som de chuva forte no asfalto é a trilha sonora de uma noite que começa. Dentro de mim há medo e ressentimentos. Quero os meus pensamentos aquietados. E queria aquietar as angustias dos que me são próximos. Dos que buscam a paz em meu peito. Quero alivio para uma culpa que pesa em meus ombros. Quero cessar o choro e o ranger de dentes que escuto á quilômetros daqui.
Mas tão facilmente me decepciono. Tão facilmente me amedronto com as atitudes erradas! Queria dormir tranqüilo e confiar. Queria repousar na candura de um amor maternal. Queria a sinceridade (mesmo a dolorosa) deitada ao meu lado. Queria compartilhar meu possível gosto por arte, sem medo de ser sensível. Sem me importar com rótulos feministas ou machistas. Sem me importar com os rótulos da musica. Sem me importar com o que cada palavra pode significar. Sem me importar com o que cada antigo nome pode trazer de lembranças.
Porque sou agradecido tanto às pessoas que me fizeram rir, quantos as que me fizeram chorar. Entrelacei minha vida com muitos. E tudo foi bom. Tudo foi erro. Tudo foi acerto. Tudo foi vida fluindo no momento. Fluindo de forma feia e bonita. Como a vida deve ser. Como naturalmente ela se constitui. Sem medo de ser nomeado como coisas negativas. Viver é escrever sem borracha...
Não quero pisar macio no chão, como se houvesse um medo de acordar uma pessoa que pode acordar muito mal humorada com um mínimo de ruído. Viver pode ser muito mais tranqüilo e contemplador do que se pode imaginar. E acredito que no amor, deve existir compartilhamento. De carinhos, de idéias, de memórias boas, de memórias ruins, de alegrias, de tristezas, e principalmente: de desejos realizados ou que se queiram realizar. Pois no amor, o amor verdadeiro que se confunde a amizade com o prazer sexual, nada é feio. Nada é nojento. Nada é grotesco quando há ternura. Nada é sujo quando há ternura!!!!
Mas tão facilmente me decepciono. Tão facilmente me amedronto com as atitudes erradas! Queria dormir tranqüilo e confiar. Queria repousar na candura de um amor maternal. Queria a sinceridade (mesmo a dolorosa) deitada ao meu lado. Queria compartilhar meu possível gosto por arte, sem medo de ser sensível. Sem me importar com rótulos feministas ou machistas. Sem me importar com os rótulos da musica. Sem me importar com o que cada palavra pode significar. Sem me importar com o que cada antigo nome pode trazer de lembranças.
Porque sou agradecido tanto às pessoas que me fizeram rir, quantos as que me fizeram chorar. Entrelacei minha vida com muitos. E tudo foi bom. Tudo foi erro. Tudo foi acerto. Tudo foi vida fluindo no momento. Fluindo de forma feia e bonita. Como a vida deve ser. Como naturalmente ela se constitui. Sem medo de ser nomeado como coisas negativas. Viver é escrever sem borracha...
Não quero pisar macio no chão, como se houvesse um medo de acordar uma pessoa que pode acordar muito mal humorada com um mínimo de ruído. Viver pode ser muito mais tranqüilo e contemplador do que se pode imaginar. E acredito que no amor, deve existir compartilhamento. De carinhos, de idéias, de memórias boas, de memórias ruins, de alegrias, de tristezas, e principalmente: de desejos realizados ou que se queiram realizar. Pois no amor, o amor verdadeiro que se confunde a amizade com o prazer sexual, nada é feio. Nada é nojento. Nada é grotesco quando há ternura. Nada é sujo quando há ternura!!!!
E ternura, é tudo o que não encontro...
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