Hoje, sou aquilo que mais odeio. Como um corpo cravado de balas de culpa. Um barco gigantesco com um capitão bêbado. A eterna falta de habilidade. Na cozinha, nos trabalhos manuais, na escrita, nos relacionamentos. A mesma falta de capricho que um dia, no distante maternal, uma professorinha de artes reconheceu. E tudo, absolutamente tudo... É culpa minha!
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Um comentário:
kkkkkk...
essa pró deve estar coroa!
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