
Jean Claude Claeys: "Auteur et modele"
"Quando a noite vem cheia de perigos / Eu deito em minha cama suja e velha/Bebendo o último gole de Rum / Tentando matar um amor impuro /Dentro de mim... /
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar/ A mulher perfeita que nunca mente... /
As ruas cheias de estranhos / Um perigo a cada esquina / Jornais velhos voando / Como pombos famintos... / A noite toma meu ser / Emburrado e velhaco / Poucos trocados na carteira / Vivendo de um trabalho enfadado... /
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente... /
Num bar fétido e asqueroso / Encontrei um grande amor / Mas pobre dessa menina / Viciada em dor / Seus pulsos marcados com algemas e braceletes / Seus dentes tão alvos / E pingentes nos lábios indecentes/
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente /
Curioso é amar e ser considerado um demente /Estranho é não estar / Ao lado do que se deseja e sente / Mesmo sem nunca tocar/
Acendo um cigarro / Trago o seu veneno/
Exalo fumaça espessa /Cuspo num chão horrendo/
A noite sem luar está morta para os poetas/
E eu e meu corpo não tatuado suamos na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente..."
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar/ A mulher perfeita que nunca mente... /
As ruas cheias de estranhos / Um perigo a cada esquina / Jornais velhos voando / Como pombos famintos... / A noite toma meu ser / Emburrado e velhaco / Poucos trocados na carteira / Vivendo de um trabalho enfadado... /
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente... /
Num bar fétido e asqueroso / Encontrei um grande amor / Mas pobre dessa menina / Viciada em dor / Seus pulsos marcados com algemas e braceletes / Seus dentes tão alvos / E pingentes nos lábios indecentes/
Meu corpo não tatuado sua na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente /
Curioso é amar e ser considerado um demente /Estranho é não estar / Ao lado do que se deseja e sente / Mesmo sem nunca tocar/
Acendo um cigarro / Trago o seu veneno/
Exalo fumaça espessa /Cuspo num chão horrendo/
A noite sem luar está morta para os poetas/
E eu e meu corpo não tatuado suamos na escuridão quente / Tentando encontrar / A mulher perfeita que nunca mente..."
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